Luso.

É quando me encontro na ponta onde o mundo avança que mais sinto falta destes jogos de palavras nossos. Sinto saudades desta língua, onde nasci e me renasço ainda, hoje e sempre.

Saudade. É única. É o que sentimos quando dá este aperto ao peito, o coração fica sem espaço, parece que se afunda no estômago e cada vez mais nos sentimos pequenos… As frases complexas e as letras e o fado e o doce e o amargo e aquela nostalgia que não sabemos muito bem como definir, exceto chamando-lhe “lusa”.

Inspiro-me assim, na catarse de escrever na minha língua.

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